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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Reforma Protestante

Nos dias 14 (segunda-feira) e 15 (terça-feira) de agosto, os bolsistas, juntamente com o professor supervisor Paulo Marmentini, deram inicio ao conteúdo de Reforma Protestante. Como forma introdutória trabalhamos com os conceitos:

     Cristianismo - religião da fé em Jesus Cristo, de sua ética e sua promessa de redenção.
a doutrina cristã, revelada nos Evangelhos.
    Dogma -Ponto fundamental ou mais importante de uma doutrina religiosa que se apresenta como algo indiscutível ou inquestionável.
        Indulgências -Tratar com indulgência; perdoar.
     Indulgência na Igreja Católica: Durante a Idade Média a Igreja Católica tinha um enorme poder político e econômico. Nesta época, a igreja também ficou conhecida pela venda de indulgências, ou seja, concedia o perdão divino para qualquer pessoa que pagasse por isso. 
    Latim -A língua latina ou latim é uma antiga língua indo-europeia do ramo itálico originalmente falada no Lácio, a região do entorno da cidade de Roma.
       Luteranismo -o conjunto das ideias e doutrinas de Martinho Lutero 1483-1546, teólogo e reformador alemão.
      Reforma -ação ou efeito de reformar.
Mudança introduzida em algo para fins de aprimoramento e obtenção de melhores resultados.
     Sacerdote -aquele que recebeu as ordens sacerdotais e que ministra os sacramentos da Igreja; padre.
   Sacramentos -cada um dos ritos sagrados instituídos por Jesus Cristo para dar, confirmar ou aumentar a graça [No catolicismo, são sete: batismo, confirmação, eucaristia, penitência, unção dos enfermos, ordem e matrimônio; as confissões reformadas, por sua vez, aceitam somente o batismo e a eucaristia.].


    Os alunos se reuniram em duplas e  pesquisaram e fizeram anotações. Estas anotações serviram de referência para atividades futuras.




Referência:

Fonte: www.dicio.com.br

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Passeio de estudos em laboratório de arqueologia da UCS.





Com a finalização dos conteúdos sobre os povos nativos americanos em sala de aula, pensamos em materializar alguns pontos usando espaços que a Universidade de Caxias do Sul (UCS) dispõe. Entre esses espaços está o Laboratório de ensino e pesquisa arqueológica (LEPAR), que dá suporte a algumas disciplinas do curso de História e também promove oficinas e cursos de extensão relacionados a estudos arqueológicos.
O professor titular das turmas mobilizou professoras da escola para que em conjunto fizessem a visita na UCS, com a justificativa de que elas também poderiam realizar alguma atividade em relação a suas matérias, já que outros espaços como mini zoo e laboratório de ciências também poderiam ser visitados.
As visitas foram realizadas em dois dias. Segunda as turmas 72;  74 e Terça as turmas 71;  73.
A equipe que faz parte do LEPAR é formada por uma professora e dois estagiários e as atividades realizadas durante a visita ficaram por conta dessa equipe.
A visita foi dividida em 2 momentos:
1)     Conversa sobre conceitos de Arqueologia, povos nativos e etapas de uma pesquisa arqueológica. Para essa conversa foram utilizados slides e materiais de observação.
2)      Escavação simulada com a orientação da professora coordenadora do laboratório. A escavação contava com 3 caixas com areia e materiais “enterrados” simulando uma quadricula de um sítio arqueológico. Os alunos se dividiram nessas 3 quadrículas e lhes foram disponibilizados instrumentos (pincel, pá, espátula) para a coleta desses “vestígios”. No fim da escavação a professora contextualizava cada quadrícula e junto com os alunos, analisava que tipo de vestígios foram encontrados, quem eram os sujeitos que utilizavam esses materiais
Para que isso ocorresse de forma organizada, já que as turmas eram grandes para as salas do laboratório, cada turma era dividida em 2 grupos, onde cada grupo ia para uma das atividades, conversa ou escavação, que aconteciam simultaneamente e duravam aproximadamente 45 minutos.

O objetivo dessa atividade era justamente materializar assuntos vistos em sala de aula, mostrando o caminho da construção desse conhecimento, partindo da arqueologia e suas fontes. 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Civilização Árabe e Avaliação do Mapa do Feudo.

Para realizar a avaliação das atividades do feudo, organizamos uma etiqueta com os critérios a serem observados pelos Pibidianos. Os cinco pontos destinados a atividade foram divididos em dois pontos pela atividade completa, dois pontos pelo capricho e um ponto pela disposição correta dos elementos. E para realizar a avaliação, solicitamos aos alunos que deixassem os cadernos  em cima da classe para que um dos professores pudesse analisar o trabalho realizado.
Enquanto ocorria avaliação, o professor Paulo conduzia a aula. A atividade proposta aos alunos era uma introdução a civilização Árabe, um texto lacunado com caça palavras. Ao encontrar as palavras o alunos deveriam completar as lacunas do texto.
Ao realizar a avaliação percebemos que a mesma só foi possível ser realizada dessa maneira por contar com três professores em sala de aula, tornando inviável fazer esse processo e, ao mesmo tempo, conduzir a aula. 
Após os alunos realizarem a atividade, o texto foi lido pausadamente afim de corrigir possíveis erros e discutir alguns termos que no decorrer do trabalho acabaram gerando dúvidas. Segue abaixo o material entregue aos alunos.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Continuação do Mapa do Feudo

Dias 10 e 11 de abril, os alunos deram sequencia no processo de construção do Feudo, Foi necessário retomar alguns aspectos e mudar a forma de abordagem para otimizar o tempo. Primeiro os alunos recebiam os materiais, coloriam e recortavam, em um segundo momento os professores orientavam como deveriam ser colados na folha e explicavam um a um os elementos. Após a colagem os alunos desenharam campos e florestas. colaram a atividade no caderno e copiaram a legenda que foi criada para cada parte do Feudo.
Com o auxilio do datashow o professor mostrou para os alunos imagens de feudos e castelos, apontou no mapa mundi o local onde essas organizações ocorreram afim de concluir esse conteúdo. Ainda informamos que na semana seguinte todos deveriam trazer os cadernos para serem avaliados pela atividade.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Construção do mapa feudal

No dia 03/04 e 04/04, iniciamos a construção do mapa feudal onde foi trabalhado o castelo e o senhor feudal. A atividade não progrediu como o planejado devido a campanha de vacinação da prefeitura de Caxias do Sul.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Planejamento de aula sobre feudalismo

No dia 30/03, em conjunto o grupo optou pela confecção de um mapa feudal para compreender os principais elementos do feudo e as relações de poder . Este seria composto de castelo, senhor feudal, igreja, instrumento de trabalho, servos e legendas. Os educandos fariam em uma folha individualmente seu feudo, acompanhando a confecção do professor e dos pibidianos que farão um grande feudo exposto no quadro.
Abaixo as figuras que serão usadas para a confecção do Feudo.









quinta-feira, 23 de março de 2017

Mudanças no PIBID

No dia de hoje tivemos a troca de coordenadores do PIBID de História. Agradecemos ao professor Ramon Tisott, pela sua parceria e pelo comprometimento ao longo desses meses, damos boas vindas a professora Eliane Cardoso e esperamos continuar realizando um bom trabalho. Neste dia também recebemos duas novas integrantes Alessandra Cardoso e Daniela Prestes no lugar de Eduardo Petrini e Luana Berraza.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Leitura do livro: Casa Grande e Senzala




Casa Grande e Senzala – Gilberto Freyre

Casa Grande e Senzala foi lançado em 1933, momento em que o Brasil sofria significativas transformações iniciadas em 1930, como o agravamento da crise econômica, levantes militares e revoltas.
O livro foi desenvolvido com o olhar do autor de homem branco e senhor. Por mais que a presença do negro tenha sido exaltada, ainda transparece sua cultura patriarcal e sua posição social, pois este tempo foi muito difícil para a maioria dos brasileiros, principalmente para o negro.
Conhecido por seus vários capítulos sobre a sexualidade do Brasil Colonial. É importante a descoberta de Freyre de que a fama brasileira de promiscuidade sexual não é derivada dos indígenas nem dos negros vindos da África, mas sim do europeu, pois ambos não eram muito sexualizados e tampouco possuíam a malicia dos povos europeus.
Com a falta de mulheres brancas para os colonizadores a miscigenação foi inevitável, o casamento entre mulheres indígenas e homes branco foi incentivado pela igreja, mas com negras vindas da África não, pois a eles o acesso ao sacerdócio era vetado. A igreja também não teve grandes preocupações com a educação de mestiços e negros.
Escolas eram raras e existia pouca educação religiosa isso foi desencadeado a partir da criação de crianças brancas, negras e mestiças no mato. Nesse quesito, Freyre mostra uma das raízes da violência na sociedade. O menino branco da Casa-Grande era ensinado desde a infância a ser insensível com os animais e com todos aqueles que considerassem inferiores, ou seja, os negros e os mulatos. Violência está que o seguiria durante a vida adulta, principalmente contra as mulheres, o sentimento de posse em relação à mulher foi herdado pelo homem patriarcal.
Freyre não romantiza o sistema colonial brasileiro, mas sim, busca uma compreensão do sistema escravocrata da época. Com um ar poético, o livro exalta a contribuição das três raças que formaram nosso caráter, mostrando que não foi a miscigenação brasileira que nos deixou com muitos de nossos problemas atuais, mas sim a escravidão e sua mentalidade, ainda presente em boa parte do Brasil contemporâneo.
Acredito que este livro poderia ser usado como base para aulas no ensino fundamental, pois o mesmo nos traz uma nova percepção da formação de nossa nação, poderia se trabalhar com a elaboração de árvores genealógicas dos educandos, pesquisas a respeito da culinária, vestuário, religião, doenças trazidas pelos portugueses durante a colonização e com elaborações de painéis que possam representar a vida das pessoas naquela época, existem inúmeras possibilidades de uso.

Referência Bibliográfica: 

 FREYRE, G. Casa Grande e Senzala. 50ª. ed. São Paulo, 2005.

Publicado por: Maiara Oliveira


Os Mecanismos da Conquista Colonial


Durante o recesso escolar, optei por estudar à invasão e conquista da América. Para isso, realizei a leitura do livro intitulado Mecanismos da Conquista Colonial, do autor Ruggiero Romano.

Na primeira parte do livro, é discutido a série de fatores que culminaram na conquista da América, abordando de maneira interpretativa as vantagens bélicas, quase sempre limitadas a fatores geográficos onde as batalhas ocorreram. É destacado aqui, a importância da aliança entre europeus e indígenas durante o período de conquista, principalmente quando se tratava de batalhas empreendidas a exércitos regulares, ou seja, as grandes civilizações pre colombianas.

Em seguida, disserta sobre a imposição cultural exercida pela religião católica e seu impacto na estrutura político religiosa extremamente fechada em que essas civilizações se encontravam. As diferenças entre os povos conquistados, as epidemias, tudo isso é analisado e discutido durante a primeira parte do livro. Oferecendo assim, uma rede onde cada fator desencadeava um outro, destacando que todos os mecanismos eram interligados e dependentes.

Para entender as motivações dos espanhóis, é feita uma breve análise da raiz do pensamento hegemônico dos conquistadores. Observando que suas ambições, preconceitos e princípios advinham das suas sociedades de origem e da condição econômica da Europa no período. O grande numero de nobres que não possuíam terras e nem perspectivas de adquirir posses na terra natal, segundo o autor, foi a motivação para que viessem tantas expedições particulares para o recém achado continente. Romances de cavalaria permeavam o imaginário desses homens através de saborosas narrativas que exaltavam a bravura e a honradez de homens corajosos em terras pitorescas.

Traçando paralelos entre a colonização na América e a Europa medieval, o autor recorre aos feudos para explicar as propriedades concedidas aos conquistadores e a seus filhos. Deixando claro para os leitores que o capitalismo europeu não visava substituir o sistema de exploração de indígenas. Mesmo após as disposições reais, que em teoria buscavam criar um mercado de mão de obra assalariada, as mudanças jamais chegaram a ocorrer efetivamente visto que permitia forçar o indígena a produzir se o mesmo o recusasse. Gerando um conflito ainda maior, precarizando as condições de trabalho e ainda, posteriormente, criando mecanismos de endividamento.

Por fim, o autor considera e problematiza o sentimento de "latinidade", falando sobre sua origem e sobre a sua ressignificação. Para que, segundo ele, não sejamos cúmplices de um prolongamento da conquista. Apontando assim, um tema para futuras pesquisas.

O livro proporciona ao professor uma importante ferramenta ao trabalhar o assunto. Além de servir como referencial teórico para a elaboração de aulas, pode se utilizar trechos e recortes importantes e ainda oferecer ao aluno contato com fontes históricas contidas no subtítulo documentos, estimulando a sua criatividade e senso crítico.


REFERÊNCIAS

ROMANO, Ruggiero. Os Mecanismos da Conquista Colonial: Os conquistadores. 3. ed. São Paulo: Perspectiva S.A, 1995. 126 p. Tradução de: Marilda Pedreira.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Os intelectuais na Idade Média


Os intelectuais na Idade Média - Jacques Le Goff

            Neste período de recesso escolar estive envolvida com a leitura do livro ‘Os intelectuais na Idade Média’ de Jacques Le Goff a fim de compreender alguns aspectos da época. No livro o autor fala do cotidiano estudantil do século XIII e não os teólogos que tinham influência naquela época (muitos livros tratam disso).
            O intelectual da Idade Média descrito, nasceu junto com as cidades no Ocidente com o desenvolvimento industrial, o comércio nos centros urbanos, onde os clérigos eram camponeses porque trabalhavam na terra, também eram soldados, administradores, juízes, grandes proprietários de terra ... O intelectual apareceu como um desses homens de ofício, constituindo um grupo social urbano, eles eram novidade em um período que isso era suspeitado.
O intelectual do século XII é um profissional, com os seus materiais - os antigos -, as suas técnicas - a principal das quais é a imitação dos antigos. Um homem cujo oficio é escrever ou ensinar, e de preferência as duas coisas a um só tempo, um homem que, profissionalmente, tem uma atividade de professor e de erudito, em resumo, um intelectual – esse homem só aparecerá com as cidades. (LE GOFF, 1957, pág. 30).
            Nessa época, escolas e mercados apareciam junto com as cidades. Os mestres geralmente não eram sacerdotes e a teologia era apresentada como ciência.
            Ao longo do livro Le Goff fala de quatro intelectuais da época, Abelardo, Tomás de Aquino, Siger de Brabante e Wyclif.

            Acredito que trabalhar esse livro no ensino fundamental seria bem interessante se recortes fossem feitos. Mostrar a Idade Média desvinculada a ideia de Idade das Trevas, explicando, por exemplo, que foi necessária uma separação entre escola monástica (para os monges) e uma escola urbana, aberta para todos e refletir sobre as escolas hoje em dia fazendo algumas comparações. Mostrar aos educandos como eram as cidades e a mudança que aconteceu ao longo do tempo e utilizar o recurso de confecção de maquetes – metodologia dinâmica - para que pudessem visualizar melhor a transformação.
Referências Bibliográficas:
Os intelectuais na Idade Média/Jacques Le Goff; tradução de Marcos de Castro. – 2ª ed. – Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. 

Bolsista: Bruna Grizza

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A SOCIEDADE FEUDAL, MARC BLOCH



Durante estas férias, estive empenhada na leitura do livro A Sociedade Feudal de Marc Bloch. A obra foi escrita no ano de 1939-1940, e encontrasse na 2º edição, traduzida por Liz Silva e revisada por Miguel Rodrigues e Eugenia Rodrigues.
            O livro ajudou a  denominar a Idade Média a um período extremamente extenso, que abrangeu quase um milênio, este período que foi classificado como Idade das Trevas, o que é de todo correspondente a verdade, principalmente quando se refere á atuação da Igreja Católica, a qual teve muitas variáveis durante o tempo.
Conceituar feudalismo através da obra de Bloch permite a construção do Sacro Império, no séc. X. Magno, reintroduz o império (romano-germânico). Com o desmoronamento do Sacro Império, a Europa assisti a chegada dos húngaros, dos normandos e dos árabes. Estes que deram inicio a um período de fome e pestes, que ficou conhecido como peste negra no período medieval.
O livro nos permite compreender a forma de como o feudalismo é formado, desde a relação de poder do senhor feudal, até ao seu sistema econômico, na qual a pessoa trabalha em troca de proteção do senhor feudal.
Quando os germanos se tornam sedentários e acabam por se converter a religião católica visando incorporar seus costumes ( séc VI e VIII), eles continuaram sendo vistos como saqueadores. Marc assim, reconstrói a história destes povos, os sarracenos, no ano de 890, atacavam e saqueavam mosteiros distantes, na Riviera, fazendo de prisioneiros quem em sua frente estivesse, pegando-os como prisioneiros e por fim os vendendo como escravos. A Europa ocidental, era a zona de encontro dos saqueadores húngaros, que por fim alcançaram um vasto território na Galileia do norte.
No livro, também é falado sobre os escandinavos, que nos deixaram um legado de histórias sobre as lendárias lutas e conquistas vikings. Mas não posso deixar de lembrar do terror a qual estes homens fizeram a Europa passar, os vikings  dominaram Santiago de Compostela, na margem do mar norte entre os anos de 966 e 970. Porém, eles não eram tão invencíveis  assim, foram derrotados por na Borgonha , mas por fim são aceitos nos territórios da Normandia.

            Por conta da insegurança que percorria a capital, os senhores feudais chegaram a conclusão de que a segurança deveria ser de sua responsabilidades , dando inicio ao feudo . Em troca desses serviços se de a relação senhor – escravo.




Referencia: 
BLOCH,Marc Léopold Benjamin. A sociedade feudal, 2 edição, 1998, 512 p.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Atividade Roma

 Nos dias 05 e 06 de dezembro, os bolsistas juntamente com o professor responsável Paulo desenvolveram duas atividades com os alunos dos 6º anos da escola Tancredo Neves, com o objetivo de introduzir o conteúdo de Roma. A atividade desenvolvida foi um caça palavras que completaria com o texto sobre o mito da criação de Roma, após o termino desta atividade foi dado um desenho para eles colorirem. Segue abaixo as atividades realizadas com os alunos:


domingo, 4 de dezembro de 2016

Deuses na ZN

Há algumas semanas estamos trabalhando com o projeto "Deuses na ZN". Esse projeto tinha como objetivo construir um jogo de perguntas e respostas sobre a Grécia e sua mitologia.
Iniciamos passando aos alunos o filme Percy Jackson e o ladrão de raios, para que tivessem o primeiro contato com alguns deuses gregos, após iniciamos com a explicação do jogo e com a construção do mesmo, feito pelos alunos usando como base o mapa da Zona Norte. Assim como no filme, criamos portais dentro do mapa do bairro que eles residem e utilizamos o mapa como tabuleiro.
A atividade foi bem significativa pois os educandos criaram o jogo dentro da realidade deles. Eles adoraram! A culminância desse projeto foi quando os alunos jogaram o jogo que construíram. Os jogos foram doados para a biblioteca da escola para que mais turmas possam desfrutar desse material tão interessante.
Devo lembrar, que cada turma construiu o seu, dentro da mesma ideia, mas os quatro jogos construídos ficaram diferentes, o que torna as aulas mais dinâmicas e agradáveis.

[...] os jogos podem ser empregados em uma variedade de propósitos dentro do contexto de aprendizado. Um dos usos básicos e muito importantes é a possibilidade de construir-se a autoconfiança. Outro é o incremento da motivação. [...] um método eficaz que possibilita uma prática significativa daquilo que está sendo aprendido. Até mesmo o mais simplório dos jogos pode ser empregado para proporcionar informações factuais e praticar habilidades, conferindo destreza e competência (SILVEIRA, 1998, p.02)









Publicado pelas bolsistas: Bruna Grizza e Maiara de Oliveira

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Zona Norte sob o domínio de deuses Gregos

Nos dias 31 de outubro e 01 de novembro de 2016, os estudantes de sexto ano da Escola Municipal Tancredo Neves traçaram o caminho a ser percorrido e estipularam os domínios dos deuses Apolo, Hades, Zeus, Posseidon, Afrodite e Atena nos pontos de referência conhecidos por eles na Zona Norte de Caxias do Sul.

Com a ajuda de um projetor, o professor Paulo e os Pibidianos apresentaram a proposta de construção de um jogo de tabuleiro, tendo como referência o local onde a escola está inserida. Os estudantes apontaram onde deveriam ser os domínios de cada deus e, em seguida, receberam textos de apoio e a incumbência de realizar questões sobre a mitologia grega. Em duplas, realizaram o trabalho sob a mediação da equipe PIBID e entregaram o material produzido por eles no final da aula. A ideia é utilizar essas questões com diferentes níveis de dificuldade para percorrer o percurso do jogo que está sendo criado.

Na reunião do dia 03 de novembro, discutimos os resultados alcançados nas aulas e planejamos os próximos passos no desenvolvimento do projeto, selecionamos as questões e recebemos a ajuda inesperada de um "ninja" que vai nos auxiliar na confecção do tabuleiro.

Confiram nas imagens abaixo como o estudantes definiram o trajeto...




quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Grécia em construção...

Nos dias 24 e 25 de outubro de 2016, em atividade organizada pelos bolsistas de iniciação à docência e pelo professor Paulo, as turmas 61, 62, 63 e 64 assistiram ao filme Percy Jackson e o ladrão de raios, cujo o intuito era iniciar o conteúdo de mitologia grega. Para que nos próximos encontros os pibidianos possam dar inicio a um projeto que está em fase de construção.

Capa do filme utilizado na aula.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Preparação para a assembleia geral do PIBID-UCS

Nesta quinta-feira nos reunimos na sala do NAEH para debatermos sobre a MP 746 (tema da assembleia geral do próximo sábado). Além disso, organizamos a próxima a ser aplicada na escola Tancredo Neves.
Foi um momento muito importante de reflexão.

Bolsistas Maiara, Luana e Eduardo fazendo a leitura da lei.



segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Culminância do Projeto Egito no Muro

Nos dias 17/10 e 18/10, fizemos com as turmas de 6° ano a culminância do Projeto Egito no Muro. Nesta oportunidade, os educandos visualizaram através de fotos, os trabalhos finalizados, e a partir desta observação fizemos algumas perguntas:
  • Se vocês tivessem tido a oportunidade de fazer outro muro, com outro deus... teriam acrescentado mais algum item? Ou tirado?
  • O que parece isso? (apontando aos desenhos) O que essa simbologia tem a ver com o deus?
  • Quem foi esse deus? O que ele fez? O que neste deus mais marcou você?
Além disso, passamos no quadro algumas perguntas para que respondessem e a partir das respostas, avaliaremos.
  • Elabore um pequeno texto (máx. 15 linhas) sobre as características de cada deus (Seth, Isis, Osíris e Rá).
  • Qual das etapas do projeto "Egito no Muro" você mais gostou?
  • Como você avalia sua participação no decorrer do projeto?
A aula foi ótima e as respostas foram surpreendentes!





Postado pela bolsista: Bruna Grizza


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Egito no Muro - Aula 10

Nos dias 10 e 11 de outubro, foi dado continuidade ao Projeto Egito no Muro com os alunos dos 6º anos, os bolsistas acompanharam a finalização dos desenhos nos muros, onde que no próximo encontro, será realizado à atividade com os mesmos com o intuito de identificar os aspectos que mais chamaram a atenção no decorrer do projeto desde seu inicio até sua conclusão. Abaixo, segue as imagens dos muros concluídos.

Antes e depois;
.
Projeto realizado pela turma 61;

Projeto realizado pela turma 62;

Projeto realizado pela 63;

Projeto realizado pela 64;

Alunos da turma 62 realizando os últimos retoques;

Créditos do projeto;

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

A chegada do novo pibidiano

No encontro da tarde de hoje (06/10/16), iniciamos nossos trabalhos com a apresentação do novo bolsista de iniciação à docência, o estudante de história Rafael Stamm Marcolin (na foto, atrás das bolsistas Maiara e Bruna ). Rafael substitui Ismael Feijó, que saiu para se dedicar a outros projetos. Em seguida, os bolsistas relataram suas experiencias com as turmas na Escola Tancredo Neves.

Novo grupo pibidiano da UCS/História: Bruna Grizza, Maiara Oliveira,
Rafael Marcolin, Luana Bezerra, Eduardo Petrini, Paulo Marmentini e Ramon Tisott
 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Egito no Muro - Aula 9


Nos dias 03  e 04 de outubro de 2016, os bolsistas de iniciação à docência deram continuidade ao projeto Egito no Muro. Neste dia os educandos foram encaminhados ao pátio da escola para uma nova  etapa do projeto. Começaram a dar  vida  ao mural através das cores! Abaixo segue alguns registros deste momento:


Turma 61 pintando o deus Seth


Deus Seth da turma 61


Turma 62 pintando a deusa Ísis 


Deusa Ísis da turma 62


Turma 63 pintando o deus Rá


Deus Rá da turma 63


Turma 64 pintando o deus Osíris 


Deus Osíris da turma 64

Produzida pela bolsista Maiara Oliveira com fotos de todos os bolsistas.